sexta-feira, 23 de setembro de 2016

KIT NA MÃO - MARATONA DE FOZ DO IGUAÇU

É longe............
Mas vale a pena.
Depois de muuuuuitas horas na estrada finalmente chegamos em Foz do Iguaçu, terras das cataratas, das três fronteiras.
Mesmo cansados, fomos até o exterior, aproveitar a manhã para um pa$$eio no Paraguai. Mas com o dólar ainda lá em cima ficamos mesmo no passeio. Uma caminhada e tanto.
Retornando ao Brasil a fome já apertava e o almoço chegou em boa hora.
Sem descanso seguimos para a unidade do SESC de Foz do Iguaçu para a retirada dos kits de prova, já contando com a boa organização da promotora do evento.
Kit na mão, agora é segurar a ansiedade para a disputa da 9ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu, evento que contará com corridas nas distâncias de 11,5 e 42,195 km e será realizado no domingo, 25 de setembro.
Uma pausa nos passeios para escrever aqui no blog, mas já estamos de saída de novo para o estrangeiro.
Daqui a pouco é hora da Argentina.
E vamo que vamo!


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

24ª MARATONA DE REVEZAMENTO PÃO DE AÇÚCAR

PARCERIA ITARARÉ - SÃO MIGUEL ARCANJO
Na manhã de ontem foi realizada na capital paulista aquela que é a maior prova de corrida de rua do Brasil, a Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, que contou com a participação de 36 mil atletas divididos em categorias de duplas, quartetos e octetos masculinos e femininos.
A competição já está na vigésima quarta edição e atrai atletas profissionais e amadores principalmente grupos de academias e de empresas que estimulam seus funcionários a adotarem um estilo de vida saudável.
Realizada neste ano de 2016 nas imediações do Parque do Ibirapuera, a tradicional prova contou mais uma vez com representante de nossa cidade. O maratonista da Equipe 28 de Agosto, Clóvis Matozo formou uma dupla com o rápido atleta de São Miguel Arcanjo, André da Silva Rodrigues, e juntos conseguiram a ótima classificação de nono lugar na grandiosa festa do atletismo nacional.
André abriu a prova percorrendo os primeiros 21 km (segundo informações deu bem mais que isso...) e na sequência entregou a munhequeira do revezamento ao atleta Clóvis, que concluiu a segunda parte.
A dupla fechou todo o percurso no excelente tempo de 3h07min57seg.
Parabéns, Clóvis e André!
Em 2004, quando a prova foi realizada na USP - Universidade de São Paulo, dois atletas itarareenses também já haviam feito os 42 km em revezamento de duplas.
Oracy Gorski Damaceno e Guilherme Marques Gorski representaram as cores de Itararé naquela ocasião.
EQUIPE 28 DE AGOSTO - 100% ITARARÉ
DEZ ANOS MUDANDO A CULTURA ESPORTIVA DA CIDADE !

sábado, 17 de setembro de 2016

NOSSAS DIFERENÇAS É QUE NOS FAZEM IGUAIS

Estamos vivendo um momento único na história esportiva do nosso país.
Penúltimo dia dos Jogos Paralímpicos Rio2016.
Já encerramos os Jogos Olímpicos mostrando ao mundo inteiro que mesmo com todos os problemas que temos, somos capazes.
E agora os paratletas brasileiros estão fazendo bonito nas pistas, piscinas, campos, e quadras, mostrando que o esporte é para todos.
Salto em distância numa perna só! Nadar sem braços! Correr sem pernas! Jogar Tênis de Mesa sem braços!
Superação.
Acompanhamos paratletas com marcas próximas, iguais ou até mesmo superiores aos resultados obtidos nos Jogos Olímpicos, como foi o caso do argelino Abdellatif Baka, da classe T13 (baixa visão) que foi ouro nos 1.500 metros com um tempo melhor, 3m48s29, do que o ouro olímpico deste ano.
E o esporte é isso mesmo.
Pessoas diferentes se colocando à prova, tentando se superar sempre, buscando na superação do outro a excelência.
Somos todos diferentes. O normal é ser diferente.
É a nossa diferença que nos faz humanos.
E aí lembramos que aqui em nossa cidade, graças ao nosso incansável trabalho pelo esporte, já tivemos competição dos cadeirantes.
Foi em 2007.
Como nossa equipe (naquela época ainda com o nome Epaminondas) já vivia competindo por aí, e participávamos do Circuito de Corridas de Ponta Grossa, éramos amigos de um grupo de paratletas de lá e, como aqui em nossa cidade seria realizada uma corrida, eles também queriam vir pra cá competir.
Mas aí ficamos preocupados. Eles competiam em cadeiras de rodas, e aqui em nossa cidade os paralelepípedos seriam impróprios para participação deles.
Não tem problema, disseram, a gente vai nem que caia, diziam.
Então conseguimos, com muito esforço, que os organizadores daquela prova, realizada em 7 de setembro de 2007, incluíssem uma categoria de cadeirantes para que eles pudessem participar, e adaptamos um percurso para fugir um pouco dos nossos tradicionais paralelepípedos.
E assim foi, com tombos e mais tombos, felizes por terem competido, com troféus nos pódios, eles estiveram por aqui e nos ensinaram muito.